ESCOLA XXI: Novos Tempos, Novos Rumos – 001
Efeitos a Produzir:
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Pretende-se com esta oficina (re)definir o Trabalho
de Equipa, particularmente ao nível do conselho de turma e da turma, como
uma vertente imprescindível da resolução dos problemas de insucesso e
de indisciplina, ajudando os
participantes a formar equipas de trabalho mais eficazes.
Para concretizar este objectivo serão construídos e
experimentados (em contexto) instrumentos e materiais que permitam, quer
diagnosticar as características de uma equipa de trabalho
e estabelecer as linhas orientadoras da promoção da sua qualidade,
no sentido de diluir a tradicional visão diádica - tanto da indisciplina, como
do insucesso escolar – quer reencontrar novas formas e meios de
estruturar o processo de ensino-aprendizagem em ordem a reganhar os alunos
para o trabalho e produtividade escolares. |
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Conteúdos |
Tratando-se de formação
de adultos pretende-se que os conteúdos decorram e se centrem na experiência,
nos saberes e problemas de que os formandos sejam portadores,
privilegiando-se, assim, uma estratégia formativa centrada nas práticas
e circunstâncias profissionais do grupo em formação. No entanto, o trabalho de reflexão
desenvolvido com vista à implementação desta Acção legitima, à
partida, a elencagem de alguns conteúdos que, sem constranger a referida
estratégia, enquadrem a problemática e facilitem a consecução
operativa dos objectivos pretendidos. Assim, sugere-se o
seguinte painel de conteúdos:
1. As duas vertentes do trabalho de uma equipa: a vertente da
tarefa e a vertente social;
2. As diferentes
estratégias de promoção da eficácia de uma equipa de trabalho,
desenvolvendo a cooperação
entre os professores; .
3. A (in)definição e redefinição do problema da indisciplina na
escola: da díade ao conselho de turma.
4. Agir na turma- O professor como mediador em situações de
conflito; 5. O
processo de ensino-aprendizagem como projecto de parceria entre alunos,
professores e pais; 6. A
construção e regulação de um clima motivacional de turma; 7. A
avaliação como processo formativo e formador. |
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Avaliação |
O
empenho e o desempenho dos formandos serão alvo de um processo contínuo
e formativo de avaliação a assegurar pelos formadores e pelos próprios
formandos, ao longo do decurso da Acção. Os critérios a utilizar para
tal, são: ·
Presença/participação em, pelo menos, 2/3 das horas de
formação presencial. ·
Organização de um Diário
de Bordo individual (com registos pessoais e documentação distribuída/produzida) ·
Elaboração de uma Memória
Relato do trabalho autónomo e do impacto pessoal da Acção. A hetero (por parte dos
formadores) e a auto análise dos critérios referenciados, determinará e
fundamentará a atribuição
de um dos dois tipos de notação Com
Aproveitamento ou Sem
Aproveitamento a cada formando. ( A creditação
final e definitiva a cada formando, oscilará entre 50% e 100% da creditação
base atribuída pelo CCPFC) |