Boletim Informativo
proformáTICa
Nº 01      Dez.'98

Centro de Competência

PROFORMAR

Publicação da responsabilidade do Centro de Competência Nónio - PROFORMAR.

Para subscrever o proformáTICa, enviar e-mail para info@cf-proformar.rcts.pt

 


Editorial

Corredores de fundo

Links Educacionais

Quick Links

Actividades

Breves

 

 

Editorial

Com a publicação "on-line" do proformáTICa o Centro de Competência PROFORMAR pretende abrir um novo espaço de informação e comunicação entre este Centro e as escolas e contribuir para uma maior interacção entre estas.

Esta edição que se prevê bimensal, é mais um passo na consecução dos objectivos gerais a que este Centro se propôs na divulgação e apoio da utilização das TIC no ensino e na (in)formação em sentido lato. Estamos conscientes que esta integração não é uma tarefa simples, rápida, concisa ou isenta de erros, sendo crucial a divulgação das iniciativas que se fazem neste sentido, quer pelas escolas e projectos que apoiamos – a quem pretendemos dar o maior destaque -, quer por instituições públicas ou privadas, nacionais ou internacionais.

As diferentes rubricas em cada número incluirão artigos de fundo da responsabilidade de pessoas conceituadas dentro desta área, divulgação e comentários de actividades e projectos, "links", opiniões, análise de software, "dicas", novidades, etc.

Para que o proformáTICa seja um espaço de informação aberto, contamos com a sua colaboração!

Dê-nos a conhecer actividades dentro ou fora da sua escola, iniciativas, encontros, exposições, comentários, sugestões, ideias, aqueles "links" que acha que toda a gente devia saber (mesmo aqueles que acha que toda a gente já sabe…), dúvidas, artigos que o fazem pensar, enfim, seja um (in)formador nesta sociedade de informação. Só assim o proformáTICa terá razão de existir e atingirá os objectivos a que se propõe.

A sua estrutura será flexível de modo a adaptar-se a novas exigências que entretanto irão surgindo. Aos itens iniciais outros se poderão juntar ou substituir sem, no entanto, lhe "enchermos" a caixa de correio.

Índice

 

 

Corredores de fundo

Os corredores de fundo deste número são:

1) Al Rogers, Director da Global SchoolNet Foundation

2) António Dias Figueiredo, professor catedrático de Engenharia Informática no Departamento de Engenharia Informática da Universidade de Coimbra, e investigador no Laboratório de Informática e Sistemas do Instituto Pedro Nunes, Coimbra, Portugal. Página pessoal em http://www.dei.uc.pt/~adf/

 

 

As TIC na Educação

1) Al Rogers

http://www.gsn.org/teach/articles/promise.html

(adaptado do artigo: "The failure and the promise of technology in Education: Classroom teachers take control of their own professional development")

Se considerarmos o impacto das TIC no quotidiano de uma sala de aula comum, observamos que as expectativas criadas estão longe de serem cumpridas. Há décadas que as ferramentas básicas utilizadas na aprendizagem permanecem iguais.

Se é verdade que um número crescente de alunos têm experiências de utilização das TIC, o facto é que a maioria dessas experiências não estão inseridas numa vida académica "normal", tanto mais que os professores ainda não adoptaram o computador como uma ferramenta básica de ensino.

Um dos maiores problemas relaciona-se com o modo como as escolas actuam e como acreditamos que devem actuar. O sistema educativo actual, gerado pela revolução industrial, é sobretudo um mecanismo de "distribuição": distribui informação, instrução e aprendizagem. Dentro deste paradigma tradicional, a tecnologia serve para distribuir mais: mais rápido, mais barato e mais eficiente. Todavia no aspecto global do ensino básico e secundário, o uso da tecnologia dentro deste paradigma, não provocou nenhum incremento visível na aprendizagem.

Para que servem então as TIC?

Largos sectores da sociedade utilizam-nas para recolha, produção, manipulação, análise, síntese e transformação da informação, numa grande variedade de formas e contextos. O advento da Internet na comunidade académica e científica possibilitou formas de colaboração, comunicação, partilha e troca de informação que estão a transformar a economia e, de um modo crescente, a nossa cultura.

Infelizmente, estas tarefas são exactamente o que a maioria das escolas - e dos professores - não estão preparados para oferecer, já que o sistema educativo precisa dos professores para "distribuir" um determinado conjunto de sequências de informação.

Actualmente encontramo-nos quer no melhor, quer no pior dos tempos: a convergência de vários tipos de tecnologia – computadores, multimédia, telecomunicações, Internet e World Wide Web, colocam nas mãos dos professores um potencial único para a exploração das "ferramentas" colocadas à nossa disposição pela tecnologia. À nossa volta vemos cada vez mais evidências que a WWW está a começar a mudar as nossas vidas.

No entanto as escolas continuam presas em paradigmas que se identificam mais com o século XIX que com o século XXI. Os professores estão preparados para responder a questões mas não a colocá-las. Mais que nunca, é preciso que os professores tenham capacidade e estejam predispostos a tornarem-se parceiros dos seus alunos na aprendizagem, sem receio de dizer "Não sei, vamos descobrir juntos". Estes professores precisam de conhecer vários tipos de tecnologia para formar, processar e gerir informação, para observar relações, direcções, anomalias ou detalhes, que não respondam apenas a questões mas também levantem outras.

Quando é dada aos professores - ou conquistada por estes - a liberdade de mudar o modo como ensinar - de mudar de "distribuidores institucionais" para "parceiros de aprendizagem" – observa-se que a tecnologia é empregue de modo drasticamente diferente, mais em consonância como é empregue em outros sectores da sociedade.

No paradigma tradicional, os computadores são apenas mais uma forma de "distribuir" informação. Todavia, no novo paradigma, onde aparecem espontaneamente por todo o mundo, salas de aula ligadas à WWW, os professores rapidamente descobrem que o computador e a tecnologia associada, são imperativos para o processo. Quando se compreende a tarefa, rapidamente se domina a ferramenta para executar essa tarefa.

Felizmente, os professores que têm um fácil acesso à Internet estão a descobrir, a inventariar e a trocar tipos de práticas e programas que ilustram este princípio. E, porque a Internet e a WWW são efectivamente ferramentas incríveis de comunicação, estes professores estão-se a organizar institucionalmente de um modo nunca visto. Actualmente, através de movimentos como o "Online Internet Institute" (http://oii.org/archives/OIIhome.html) , os professores estão a tomar a seu cargo o seu próprio desenvolvimento profissional: estão a criar e inventar novas aproximações, definir novas filosofias e pedagogias.

Assim, enquanto esperamos que o governo e os órgãos decisores educativos resolvam os problemas relacionados com a integração das tecnologias na sala de aula, pode acontecer que a própria tecnologia nos possibilite resolver este problema…sala de aula a sala de aula, escola a escola.

Eis um novo paradigma!

Comentários? al@gsn.org

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A Escola do Futuro

 

2) António Dias Figueiredo

Excertos de uma entrevista do jornalista Pedro Fonseca, do semanário "Expresso"

"Se o estudo escolar será uma cada vez menor parte da aprendizagem global que as crianças vão ter - e isto num momento em que os responsáveis pela educação doméstica das crianças passam pouco tempo com elas -, qual deverá ser o papel da escola?"

Quando digo que "o estudo escolar será uma parcela cada vez menor da aprendizagem global que as crianças vão ter" não quero dizer que vão aprender menos na escola, mas sim que irão aprender cada vez mais no exterior. Na escola, penso que devem é aprender melhor. O papel da escola deverá ser, a meu ver, o de promover a aquisição de saberes e competências chave e de auxiliar a estruturar a grande diversidade de vivências exteriores em torno desses saberes e competências chave. A título de exemplo, cabe referir a necessidade imperiosa de adquirirem competências laboratoriais - o que, como os jornais noticiam, é motivo de compreensível preocupação por parte do Ministério da Ciência e da Tecnologia. A escola deverá tornar-se, além disso, como insisto no meu documento, num espaço privilegiado para a criação de compensações ao nível dos valores humanos e da afectividade. Resumindo (e parafraseando algo que disse à Fórum Estudante): A função chave da escola reinventada é a de dar estrutura a um mundo de diversidade, fornecer os contextos e saberes para uma autonomia de sucesso nesse mundo, e fornecer as respostas humanas compensatórias de que a escola dos nossos dias se está a distanciar tão perigosamente.

 

"Um dos problemas com que os professores já estão a lidar e que se deverá acentuar é a possibilidade que alguns alunos têm de aceder a diferentes suportes de informação - que podem não estar disponíveis para os professores. Assim, como é que o professor pode contextualizar e enquadrar esse conhecimento do aluno no decurso da sua carreira escolar pessoal e de preparação para a vida profissional?"

Trata-se da alteração profunda do papel do professor, que tanta tinta tem feito correr nos últimos dez anos. O professor como autoridade suprema, que sabe tudo, incumbido de ensinar o aluno, que nada sabe, é cada vez mais um modelo do passado. O papel que defendo para o professor assemelha-se ao do mestre no modelo medieval do mestre e do aprendiz. Na versão moderna desse modelo, o professor usa a sua competência científica e pedagógica e a sua experiência para criar contextos de aprendizagem tão fecundos quanto possível. Identifica dificuldades de aprendizagem, procura superá-las (criando, eventualmente, novos contextos) e procura estruturar as vivências do aluno num corpo de saber que se torne estruturante e operacional. Como é evidente, o processo de aprendizagem torna-se frequentemente bilateral, e aquilo que o professor, e a turma, aprendem com os alunos individuais só vem reforçar a coesão e riqueza do processo. A componente afectiva de tudo isto é, evidentemente, crucial: todos sabemos que os alunos tem dificuldade em aprender, por muito que se esforcem, as disciplinas ministradas por professores que lhes inspiram desagrado, e que, pelo contrário, são capazes de se entregar de alma e coração às disciplinas, eventualmente mais difíceis, dos professores com quem criam empatias. O efeito de Pigmaleão, tão desastradamente ignorado no nosso ensino, é mais uma vertente deste aspecto.

 

"O que deverá ser feito para levar para as escolas a "componente humana e o seu papel como veículo da cultura", quando se nota uma baixa qualitativa nos professores em geral? Ou isto não é verdade?

Não estou convencido de que haja uma baixa notória da qualidade dos professores. O que acho é que, no ambiente de mudança em que se integra, a escola está a atingir o limite da sua capacidade para se comportar como repartição estatal de fornecimento burocrático de ensino. A falta de qualidade não resulta, a meu ver, de os professores não a terem, mas sim de não se sentirem estimulados a exercê-la. O que falta, na escola, é um processo mobilizador genuíno, animado por uma liderança que imprima direcção, promova a mudança, e instile uma cultura e uma ética. No meu documento proponho que o indispensável processo mobilizador seja lançado em torno da temática agregadora do desenvolvimento curricular.

"Saindo do âmbito do documento, qual a sua opinião sobre a iniciativa de colocar computadores multimedia com ligação à Internet nas escolas?"

Penso que essa iniciativa vem inteiramente ao encontro de recomendações que faço no documento, no fim do parágrafo "Reinventar um novo papel para a escola" e em todo o parágrafo "O desafio das comunidades virtuais". No primeiro, digo que a escola necessita de "possuir tecnologia permanentemente actualizada e acesso às redes ao nível dos seus centros de recursos". No segundo, refiro os principais benefícios dessa ligação, para os alunos, para os professores, para a própria escola, e para a comunidade em geral.

Seria, ainda, interessante se o processo fosse replicado em bibliotecas públicas, e se pudéssemos passar a ver os filhos a deslocarem-se às escolas e às bibliotecas públicas na companhia dos pais, para lhes mostrarem as suas descobertas, e para partilharem com eles algumas das suas aventuras ciberespaciais.

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Links Educacionais

http://www.depgef.min-edu.pt/nonio/nonio.htm

"Site" do programa nónio, fornece informação diversa como a utilização educativa de TIC, encontros, seminários, projectos internacionais, instruções para criar homepages, serviços de hospedagem de homepages escolares e "links" para diferentes áreas disciplinares.

www.uarte.mct.pt/catalogo

Este catálogo disponibiliza os apontadores recenseados pela uARTE, possibilitando consultas por grandes categorias ou pesquisa de uma determinada expressão e encontra-se dividido em áreas temáticas ou disciplinares.

http://www.portoeditora.pt

"site" da Porto Editora e vocacionado para informações e debate de temas educacionais. Entre vários serviços destaque para o Dicionário da Língua Portuguesa on-line, a Livraria Virtual, o Jornal Rumos Digital (uma referência no panorama editorial educativo), o NetProf (Clube de Professores) e o Klik In (Clube dos Estudantes).

http://trends.dts.cet.pt/

O projecto TRENDS visa a utilização das TIC por parte da comunidade educativa, promover a formação dos professores em TIC de um modo contínuo e à distância, facilitar a ligação em rede das escolas e o acesso ao software educativo. Dispõe também de um catálogo de apontadores sobre temas educacionais e disciplinares.

http://www.gsn.org/

The Global Schoolnet

Provavelmente o melhor "site" sobre utilização das TIC e especialmente da Internet, em projectos educativos. Já com 15 anos de funcionamento dispensa comentários. Visita obrigatória!

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Quick Links

Roteiro da Administração Pública. Com a produção da informação assegurada por 40 produtores - serviços da Administração Pública-INFOCID é um serviço bastante útil quer para os indivíduos quer para as organizações e agentes económicos. http://www.infocid.pt/

Roteiro da Cultura - Abrange milhares de actividades distribuídas por mais de uma centena de municípios .http://www.rede-almanaque.pt/

Se tem dúvidas em relação à sintaxe, morfologia, fonética, etc, de alguma palavra ou expressão, veja em Ciberdúvidas da Língua Portuguesa http://ciberduvidas.sapo.pt

Uma "megastore" portuguesa com milhares de títulos em CDs http://www.webdisc.pt/

E porque não visitar a maior livraria do mundo...http://www.amazon.com/

...ou a maior será esta? http://www.barnesandnoble.com/

15 listas telefónicas ao alcance do rato! http://www.paginasamarelas.pt/

Vale a pena esperar pela "Landing Zone" e deixar-se surpreender pelo requintado grafismo desta página web. Local certo para ver e aprender DHTML (HTML Dinâmico). http://www.htmlguru.com/

Quer colocar uma página gratuitamente na Internet? Destaca-se o http://www.terravista.pt o "site" da comunidade lusófona. Mas se necessitar de mais espaço (até 11Mb) experimente o http://xoom.com/home.

Navegação na Internet lenta? Experimente maximizar a eficiência do seu modem, "Browser" e ligação com o Net-Accelerator que suporta as versões 4.x do Navigator e do Internet Explorer http://www.imsisoft.com/netaccelerator/index.html

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Actividades

O item "Actividades" destina-se a dar conhecimento de iniciativas e projectos organizados ou colaborados pelo Centro de Competência (C. C. ) PROFORMAR, para além de informação ( a incluir em números posteriores) sobre os projectos de escolas Nónio. Algumas destas iniciativas e projectos encontram-se mais desenvolvidos no nosso "site": http://www.rede-nonio.min-edu.pt/cfp/proforma

 

» "Parents as Educators"

Projecto no âmbito do programa Comenius 3.1, este projecto visa o envolvimento dos pais como agentes educativos. Constituído por parceiros Ingleses, Irlandeses e Portugueses (representados pelo Centro de Formação de Professores de Almada Ocidental) o C. C. colabora na área tecnológica (formação, "homepage", Netmeeting, etc.).

 

» "For a better use of ITC"

Igualmente no âmbito do programa Comenius 3.1, este é um projecto embrionário, coordenado pelo C. C., visando a reflexão sobre objectivos e metodologias de utilização das TIC no ensino. Com parceiros Escoceses, Holandeses e Polacos, encontra-se ainda na fase de visitas preparatórias, com um encontro agendado para Almada de 09 a 13 de Janeiro de 1999.

 

» "Avaliação da Qualidade na Educação Escolar"

Projecto Piloto Europeu de iniciativa da Comissão Europeia e coordenado em Portugal pelo Instituto de Inovação Educacional. Envolve escolas de 18 países europeus e visa estimular e desenvolver uma reflexão sobre este tema. O C.C. colabora neste projecto através da formação, edição de "homepage" e utilização de vídeo-conferência.

 

» "Netd@ys"

Pelo 2º ano consecutivo, o C.C. participou nesta iniciativa com o "II Open Doors", onde professores, alunos e funcionários tiveram oportunidade de aprender e utilizar a Internet. Integrámos também a exposição organizada pelo Programa Nónio na Central Tejo, durante a semana do netd@ys.

 

» Formação uArte

No âmbito do protocolo estabelecido entre o C.C e a uArte foi realizada uma Acção de Formação sobre "Navegação e Correio Electrónico", dirigida aos aos professores do POP da FCT-UNL.

 

» Escola Hotelaria do Estoril

O C. C. estabeleceu uma parceria com esta escola, onde se destaca, a curto prazo, a formação de dirigentes, professores e alunos além da colaboração na elaboração de CDs de divulgação turística daquela zona, entre outros projectos.

 

» "II Oficinas de Formação - A Escola na Sociedade de Informação"

Calendarizadas para Fevereiro de 08 a 12, estas oficinas, embora na continuidade das I Oficinas, irão ter um novo figurino. O programa chegará às escolas na 2ª semana de Janeiro. Com dias temáticos subordinados às diferentes áreas curriculares, distribui-se por 3 locais diferentes: Esc. Sec. Fernão Mendes Pinto, Esc. Sec. Emídio Navarro e nas novas instalações do C. C. localizadas na "Casa Rural" da Esc. Sec. Anselmo de Andrade.

 

» "Formação em TIC"

Encontra-se já em fase de divulgação o programa provisório de formação em TIC para o ano de 1999, coordenado pelo C.C. Chama-se a atenção para as acções com início marcado para o mês de Janeiro.

 

» "Formação para Funcionários"

Iniciativa da Rede de Centros de Formação de Professores de Almada, Seixal e Sesimbra, decorreu durante os meses de Outubro, Novembro e Dezembro, um curso para Chefes e Oficiais Administrativos das secretarias das escolas. Dividido em vários módulos, o C. C. colaborou na organização e formação do módulo referente à utilização das TIC.

 

» "Multimédia Para Todos"

Promovido no âmbito do Ano Nacional do Multimédia pelos Ministérios da Educação, do Trabalho e da Solidariedade Social, pela Secretaria de Estado da Juventude e Associação para a Promoção do Multimédia em Portugal, decorreram durante os meses de Novembro e Dezembro acções de formação de curta duração. Apoiadas pelo C.C., estas acções tiveram como público funcionários auxiliares de acção educativa, funcionários administrativos, encarregados de educação, alunos, antigos alunos e professores.

 

» "Concurso"

Brevemente será divulgado por este C. C. o regulamento do concurso de produção de material educativo multimédia, destinado à comunidade escolar.

 

» "Laboratório Multimédia"

Encontra-se em fase final de instalação o Laboratório Multimédia do C.C. A comunidade educativa irá ter ao seu dispor postos de acesso gratuito à Internet, montagem de audio e vídeo, gravador e duplicador de CDs, digitalizadores de imagem e vídeo, além do apoio técnico por parte do C.C. Brevemente serão divulgadas as condições de acesso a este Laboratório.

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Breves

Quer pesquisar temas ou ficheiros que não aparecem nos tradicionais motores de pesquisa e catálogo em língua Inglesa? Experimente estes: http://yahoo.fr (frança); http://ole.es e http://trovador.combios.es (Espanha); http://www.chevere.com (Venezuela); http://cade.com.br (Brasil); http://www.yahoo.de (Alemanha).

 


Apesar do esforço realizado, o investimento em TICs em Portugal é de apenas 1% do PIB (1997). Isto coloca-nos na cauda da União Europeia, à frente da Espanha e Grécia. A nível mundial destaca-se os EUA com cerca de 4% do PIB investidos nesta área.

 


Quando quiser instalar um programa ou aplicativo no seu computador, ignore os requisitos Mínimos e considere apenas os Recomendados, relativamente às exigências do sistema. Se quiser instalar o Windows98 não se esqueça que precisa de 250 a 300 Mb de disco livre (o que permitirá guardar os ficheiros do sistema se tiver o Windows95 instalado), processador Pentium ou superior, 24 Mb ou mais de memória, Super VGA de 16 ou 24 bits de cor, além de CD-ROM 8x ou superior. Se tiver estes requisitos, instale! Verá que não se arrepende.

 


A Petição pela Acessibilidade da Internet Portuguesa, (http://www.acessibilidade.net) iniciada a 3 de Dezembro de 1998, pretende facilitar o acesso à Internet dos cidadãos portugueses com necessidades especiais, como pessoas com deficiências e idosos. Para tal, propõe-se a adopção de Regras de Acessibilidade e de um Símbolo de Acessibilidade que ficará à discussão durante o período da Petição. A sua assinatura é necessária para este assunto ser agendado pelo Parlamento.

 


Finalmente foi aprovada a lei sobre protecção de dados pessoais (Lei 67/98 de 26 de Outubro). Nesta sociedade de informação emergente é vital que os cidadãos saibam quem manipula os seus dados pessoais, que possam evitar o seu desvio para finalidades diferentes, que as autoridades independentes tenham poderes para fazer cumprir as regras relativas à protecção dos dados, entre outras coisas. Trata-se, afinal, de mais um passo na defesa dos direitos de todos nós.

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