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Resumo/Abstract
Este artigo faz
a identificação das manifestações artísticas com as
diferentes culturas desde a antiguidade até aos
nossos dias. Refere o renascimento como marco da
ciência com conhecimento estruturado e “verdadeiro”,
independente “ da opinião dos indivíduos” e
simultaneamente, segundo o autor “ o desenho, a
pintura, a arquitectura e a escultura ganharam uma
nova dimensão.
Enfatiza a multidisplinaridade das diversas
actividades humanas para referir uma certa fusão da
arte com a ciência, a partir dos diversos períodos
da históricos, enunciando os factores subjacentes a
esta união de saberes.
Termina com uma abordagem das rupturas
epistemológicas que conduzem a abordagem da ciência
como uma linguagem mais acessível em termos sociais
e a arte como uma criação de novas realidades, que “
actua com força na ligação social entre os
indivíduos”, contribuindo para uma auto reflexão das
sociedades contemporâneas.
Exemplifica com o trabalho de Patrícia Noronha da
Costa o modo como a arte e a ciência se podem
recriar mutuamente.

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