Resumo/Abstract
Este artigo procura problematizar a possibilidade
da existência de uma imagética visual sem percepção
visual, recorrendo a um estudo com cegos congénitos para
debater esta temática. Referencia com algum detalhe
alguns autores que se dedicaram ao estudo da “ Imagética
Visual”.
O autor centra-se na avaliação dos sonhos dos
cegos congénitos para estudar as imagens que estes
produzem, apresentando no final do artigo algumas
conclusões que se revelam de especial interesse para a
comunidade educativa em geral. De entre várias
conclusões, o autor adianta que “ parece existir
actividade visual nos sonhos de cegos congénito
sindicando ser possível ter percepção visual sem
aferências visuais externas, e sem experiência prévia da
visão”. 
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