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Resumo/Abstract
O rápido
desenvolvimento tecnológico permitiu grandes avanços no
campo da medicina e, consequentemente, uma significativa
melhoria da qualidade e aumento da esperança de vida da
população. O conhecimento dos mecanismos fisiológicos
possibilitou o desenvolvimento e aperfeiçoamento de
biomateriais, presentemente utilizados por milhões de
pessoas e cujo objectivo é substituir ou restaurar funções
de tecidos danificados ou doentes. Os materiais empregues
para a substituição de tecidos no corpo humano podem
classificar-se, atendendo à sua natureza química, em
metálicos, plásticos, cerâmicos e compostos. O
desenvolvimento de novos materiais, o mais inertes possível
para aplicação como implantes, não cessa. Os materiais
metálicos estão entre os mais correntemente utilizados,
compreendendo o aço inoxidável, ligas de Co-Cr, Ti e ligas
de Ti, ligas de Au, produtos de Ag e, até há pouco tempo,
amálgamas de Hg-Ag-Sn Verifica-se, então, ser de grande
importância a obtenção de métodos que permitam o estudo da
corrosão dos biomateriais metálicos, assim como, o controlo
dos níveis dos metais dissolvidos no organismo.

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